Não é ainda claro o tipo de relação que deve existir entre obra original e futuro filme - qual o peso da primeira? Isto é, até que ponto é que se têm agarrado ao quadro/escultura/etc no desenvolvimento do projecto? E já agora, tem corrido bem?
Da nossa parte temo-nos afastado progressivamente do quadro à medida que a própria ideia cresce por si e ganha pernas se assim o quiserem dizer.
será que, numa fase mais avançada (seja, eventualmente mais afastada da ideia inicial), não iremos ser acusados de "esquecer" a obra?
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Começámos por escolher o quadro.
ResponderEliminarSeguimos para a ideia totalmente sem quadro e terminámos o esqueleto incial.
Voltámos este fim-de-semana ao quadro mantendo a mesma ideia.
E está a correr bem!
Triângulo: Adriano Mendes, Filipe Franco e Pedro Souto